MULHER SELVAGEM

Lia hoje sobre Mulher Selvagem. A mestra Andrea Sumé, escreve sobre o fenômeno de ter-se enclausurado a mulher num modelo de docilidade, quando na verdade, o que gestaria uma nova civilização, seria trazer o arquétipo da mulher selvagem, aquela que cuida da matilha. (leia-se humanidade, terra, casa lar de todos nós) “ ela não dissimula nem altera suas emoções com medo de enfrentar o real. Ela dissolve as fantasias.” Palavras dela.
Aí lembrei de um sonho recente, o qual transcrevi em poesia:
“Na floresta de outras eras, me divertia com as caçadas, mas me agigantava nos desafios
Guerreira vestida de bicho, cheirava a terra molhada.
No prazer do banho em águas límpidas, córregos e cachoeiras, sentia um prazer orgástico.
Corria e me amigava com tantos: Animais, folhas, arvores, gente, vento
Encorajada pela mãe terra, sobrevivia”

Seria o sonho uma retrocognição ou uma antevisão?

01/03/2019
ByMLK

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