ORGASMO

Não sei definir esta coisa de narrativa como linguística ou como ciência não!
Sei colocar as letras em consonância. Paráfrases, mesóclises, metáforas e coisas assim. Não sei muito bem onde capitular isso. Cuido muito para não me sentir uma assassina do português, mas confesso que às vezes cometo pequenos delitos. Mas a arte sempre me absolve.
Elas, as letras, é que me fazem acordar e dormir melhor todos os dias.
Tudo para mim tem poesia. Meu maior problema é que os sentires e o pensamento que as organizam gostam muito de supersônicos, e transforma-las em palavras registradas me pedem aterramento. Ou seja, a escrita anda em outra velocidade. Todavia, me basta ouvir as letras, sentar e começar a digitar ou escrever que o cérebro se torna generoso. Me dá trégua e vai soltando as palavras mais adequadas, ouvindo os sentimentos mais puros do momento.
Escrever para mim é catarse. É exercício de cura. É meu dialogo, antagonicamente monologo.
Me atrevo a dizer que é como um orgasmo noutra dimensão. É uma sensação visceral mas purificada de uma certa forma .
Oficio que me pede a alma desde sempre.

BY MLK 2018/NOVEMBRO 23

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