Amarelo, minha cor!

Apropriei-me dela como se única dona fosse. Neste afã de posse que habita o ser humano.
Mas não sem emoções. Explico!
Meu pai gostava da cor amarela. Vibrante como a vida.
Plantou muitas arvores, meu pai. As que mais elogiava e gostava eram ipês amarelos.
Na casa do meu avô, plantou alamedas que vicejam até hoje.
Ele foi responsável pela transformação sagrada do amor à esta arvore.
Isso, amo o amarelo.
Sulina que sou, interiorana, um dia me apresentaram a manga.
Que cor? Amarela e doce. Doce!
Quando renasci. Meu coração aguentou uma reforma de parte, acordei com vontade de comer manga.
Chupar até o caroço. Me lambuzar por dentro e por fora.
De amarelo e doce. Trazendo para mim a mais pura simbologia da vida.
Vibrante, doce, alegre, radiante como o sol.
Bom dia vida!
Renasci com o gosto de manga madura e floradas de ipês.

By MK 03/08/2018

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