Beija-Flor e a fome!

O inverno rasga cicatrizes com muito mais insistência. Sangram evidencias da desigualdade social.
Escracham-se pelas ruas a dor dos pedintes. Da fome. Dos alijados da sociedade. Dos marginalizados.
Julgando-os ou não, como usuários de drogas ou como vagabundos (não querem mesmo trabalhar??) anestesiamos uma culpa que acaba sempre aparecendo.
Se a culpa aparece o que pode parecer? Que todo o ser humano carrega uma semente humanitária mesmo que disfarçada por tantas posturas cotidianas?
São fugazes momentos de lucidez do porque estamos neste espaço/tempo?
Aí num passeio despretensioso por alguma rua descobrimos pequenas (pequenas?) historias e nos perguntamos porque alguns “precisam” de tanto ter e outros repartem o pouco que tem?
Um moço que vende artesanato na praia, costuma fazer pequenas marmitas por sua conta e risco e entregar aos moradores de rua, que normalmente estão famintos. Não resolve a doença social, é claro, dirá a grande maioria.
É o Beija-Flor tentando apagar o incêndio na floresta.
Mas o Beija-Flor neste dia garantiu que um ser humano não dormisse com fome!
Por que nem imagino o que é dormir com frio e fome.

By MLK junho 2018

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Verdade, amiga! façamos a nossa parte, mesmo que ela seja uma gota para apagar o incêndio de uma floresta. Beijos!

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