DO NADA ME FIZ CARNAVAL

Sabe aquele arlequim que você nunca viu? Aquela purpurina que você sempre viu nos outros?
Plumas e Paetês espetaculares e coloridas? Passos ritmados de samba no pé? Alegria incontida de pausa de agruras do cotidiano por quatro dias?
Nunca cheguei perto!
Admiro quem faz carnaval e nele consegue um pouco da fantasia de ser feliz. É preciso. Ninguém aguenta ser sério demais o tempo todo. Ninguém aguenta levantar todos os dias e correr pra todo o lado, pegar condução, trabalhar, comer, defecar, comer de novo, pagar conta e sobreviver.
É preciso uma pausa! Creio nisso.
Há quem odeie. Há quem vocifere contra, como quem odeie ver gente feliz. Especialmente gente pobre feliz. Como se a eles não fosse dado este direito.
Há quem medite neste tempo. Há quem faça retiro. Há quem maratone séries na TV. Há quem leia muito nestes dias. Há quem curta feriadão para fazer como o peixe faz: NADA!
Eu gostaria mesmo que do nada me acordasse carnaval todos os dias:
Coloridamente. Musicalmente. Alegremente. Libertamente.
Mas do nada aparece um dia melhor. Outro nem tanto. Outro bem neutro.
Juntando tudo, vamos construindo um cotidiano que possa ser um tanto quanto aprazível no tempo espaço que ocupamos neste planeta.

Viva o carnaval para quem gosta!

By MLK
21/02/2020

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