CURIOSIDADES SOBRE LITERATURA, ESCRITORES E LÍNGUA:

Em 2014, o jornal britânico “The Guardian”, em reportagem assinada pelo jornalista Ángel Gurría- Quintana, afirmou que o Brasil “faz livros tão bem quanto futebol”. Não é para menos, embora não seja tão fácil encontrar grandes obras nacionais traduzidas para outros idiomas, os autores brasileiros são cada vez mais reconhecidos para além das fronteiras do país.

A CARTA DE CAMINHA TAMBÉM TEVE COMO OBJETIVO LIBERTAR UM LADRÃO DO EXÍLIO:


Pero Vaz de Caminha, considerado o autor inaugural da literatura brasileira, escreveu a famosa carta de descobrimento do Brasil interessado em livrar seu genro do exílio na África — pena por ele ter roubado uma Igreja Católica e agredido um padre. Com a oportunidade de escrever para o rei de Portugal informando o sobre o novo território, ele aproveitou para pedir o retorno do genro ao território português.

ÁLVARES DE AZEVEDO PREVIU O ANO DE SUA MORTE:

O autor de LIRA DOS VINTE ANOS e NOITE NA TAVERNA estudou direito em São Paulo, no Largo de São Francisco. Quando estava no terceiro ano, um de seus amigos do quinto ano, Feliciano Coelho Duarte, sofreu uma desilusão amorosa e suicidou-se.

No ano seguinte, o também amigo quintanista João Batista da Silva Pereira morreu. Ele, então, sentiu que poderia haver uma maldição que acometia os alunos quintanistas: todo ano, segundo ele, um estudante morreria. Como seria um quintanista no ano seguinte, profetizou que o próximo poderia ser ele mesmo.(e foi!) (1831, aos 20anos)

A PRIMEIRA MULHER A PUBLICAR UM LIVRO:

Apenas no século 19 uma mulher publicou um livro no Brasil. Nísia Floresta Brasileira Augusta foi a primeira mulher a publicar um livro no Brasil, com a obra “Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens”. Nascida no Rio Grande do Norte, ela foi obrigada a se casar aos 13 anos, mas meses depois fugiu da casa do marido. Ameaçada por ele, foi obrigada a se mudar para o Rio Grande do Sul, e depois para o Rio de Janeiro, onde abriu uma escola. Além de escritora, por defender os direitos das mulheres, também é considerada a primeira feminista brasileira.Morreu aos 74 anos, em 1885, na França.


MACHADO DE ASSIS FOI VENDEDOR DE BALAS DE COCO:

Negro e órfão de mãe ainda jovem, Machado de Assis precisou trabalhar desde pequeno para ajudar a família. Ela começou sua carreira vendendo balas de coco feitas por sua madrasta, mas começou a se dedicar à literatura quando um editor lhe ofereceu a oportunidade de trabalhar em uma tipografia. No trabalho, pouco a pouco, o autor desenvolveu um estilo próprio de escrever, que culminaria em obras- primas como “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Dom Casmurro”.Morreu em 1908, com 64 anos, no RJ.

BROXAR OU BROCHAR?

Verbo brochar foi inspirado nos primeiros livros eróticos brasileiros Os primeiros livros eróticos nacionais, batizados de Romances para Homens, por não serem indicados ao público feminino, eram impressos em formato brochura. Tudo indica que algum leitor, enquanto lia um romance erótico, olhou para a encadernação e associou o formato com o órgão sexual masculino. Da associação, surgiram expressões como “homem brocha”, e até o verbo “brochar”, como o conhecemos hoje em dia.

Num esforço para dissuadir a população do hábito do tabagismo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária anunciou que passará a imprimir mensagens ainda mais enfáticas nos maços de cigarros, como a de que “Você brocha (se consumir este produto)”.

O problema?

De acordo com o dicionário Aurélio, o dicionário da Academia Brasileira de Letras, o professor Pasquale, dicionários de Portugal, etc., a grafia correta para “ficar impotente” é broxar, com xis – e não brochar, que tem outro significado.BROCHA- prego pequeno - BROXA- tipo de pincel

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