Num dos melhores momentos do poeta Mário Quintana, a poesia é definida como uma verdade inventada. Nessa invenção, o poeta ultrapassa o cientista, o mundo se explica e a realidade se abre na transparência do sonho. O que era difícil de explicar, o poeta torna claro e cristalino.

Um século antes de Cristo, o uates que designava o profeta e o oráculo era sinônimo de poeta, porque as profecias eram, geralmente, ritmadas. Já havia entre os antigos a intuição de que a poesia não era só a invenção da verdade, mas a premonição da ciência.

“Vaticinar”’ ou “fazer profecias” deriva de “vate”= adivinho, mais “canere”= cantar. Vaticinar é pois o cantar do vate. O poeta é um cantor em prosa e versos, o vate e o profeta, o inventor de verdades

Até que ponto se pode duvidar das verdades do poeta ou suas lições de sabedoria intuitiva?

Muitos escritores incursionaram às escuras por áreas múltiplas de conhecimento e chegaram a conclusões espantosamente próximas da verdade, graças a intuição e ao gênio de suas penas mágicas.

Não basta ao acaso de uma maçã para dar ao Homem o fogo de Prometeu, a descoberta da lei das atrações ou a felicidade da perda do paraíso da ignorância. O progresso da humanidade nasce mesmo é da intuição mágica das grandes sensibilidades, que faz a fama do gênio e a conquista das ciências.

Exibições: 17

Responder esta

Editora Casa da Poesia

Chegou o

Volume 9 da Antologia 

Volume 8 da Antologia

 Volume 7 

                VOLUME 6 

    

PARCEIROS

Nas Redes Sociais

                          CLIQUE AQUI

Fotos

  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Acesso ao CHAT da Casa

              Clique Aqui!

© 2019   Criado por Casa da Poesia*.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço